domingo, outubro 30, 2005
Acabar um blogue
Não percebo o porquê de acabar um blogue. Como é que isso se impõe sobre nós, será que acordamos uma manhã e dizemos: “hoje vou acabar o blogue”. É certo que uma pessoa farta-se e até pode fazê-lo como protesto a algo. Mas acabar! Acabar assim… e como sabe que nunca mais quererá escrever nele? E se quiser? Depois de acabado fará sentido voltar a escrever?
Se a intenção for acabar mesmo, então o post “último” será o mais justo, não ilude, já sabemos que deixámos de ter uma companhia diária, já sabemos que não iremos encontrar lá nada de novo. Mas, também sabemos que ficarão sempre os antigos ditos para recordarmos o que um dia chegámos a ler com tanto prazer.
Isto tudo, porque este menino (que indirectamente incentivou o criar destes meus “sussurros”) resolveu acabar…
sábado, outubro 29, 2005
quarta-feira, outubro 26, 2005
Ode a Jorge Palma sem “bairro do amor”
Let’s look at the trailer [02]
terça-feira, outubro 25, 2005
Entre povos, em Tomar
Tomarense 1: Eh pá! Esta é jeitosa!
Tomarense 2: É jeitosa e carpinteira!
Eu: (?) (Ah ok! Tenho uma fita métrica presa no bolso, mas daí a ser carpinteira…)
quinta-feira, outubro 20, 2005
quarta-feira, outubro 19, 2005
terça-feira, outubro 18, 2005
Do Rato ao Bairro Alto [5]
domingo, outubro 16, 2005
Let’s look at the trailer [00]
Isto é assim e eu sou assim.
sábado, outubro 15, 2005
I´m a King Kard woman [21 e último - very delayed]
Mas, não se rebusca um amor… um amor perde-se, perde-se para outras pessoas. E afundamo-nos na perda e perdemos a vontade de voltar a ganhar.
quarta-feira, outubro 12, 2005
segunda-feira, outubro 10, 2005
domingo, outubro 09, 2005
quinta-feira, outubro 06, 2005
6:30 am
I´m a King Kard woman [20-delayed]
quarta-feira, outubro 05, 2005
Ando a pensar no teu caso
segunda-feira, outubro 03, 2005
(Hermeto ou Hermético) Pascoal
Do Rato ao Bairro Alto [4]
domingo, outubro 02, 2005
sábado, outubro 01, 2005
Lisboa
Quando chega a noite
Com suas caras fugidias,
Olhos dilatados pelo assombro
Deixamos que a cidade nos invada,
Fantasma a embriagar-nos de luz e côr
Num sonho de mil e uma fantasias,
O desejo cruzando os neons
Em projecções plásticas...
O dealer roubou-me,
Levou-me a alma!
Rai's parta o dealer!
E se depois, ao acordarmos,
Acaso reparamos na escuridão que nos cerca,
No leve restolhar que vem do lúgubre canto,
Somos tomados por uma enorme letargia
Que nos deixa permeáveis
Ao frio da madrugada.
É então que as ratazanas,
Abandonando as trevas,
Ficam estáticas, silenciosas,
A verem-nos ir, equilibrando o passo,
Por entre as sombras e o lixo...
O dealer roubou-me,
Levou-me a alma!
Rai's parta o dealer!
Táxi!
Casal Ventoso, se faz favor!